A primeira vez dela

Como uma boa dyke que sou, logo reparei naquela menina-mulher dos olhos verdes e cabelos compridos. Linda, com um olhar tão marcante quanto o seu sorriso. Fiquei na dúvida se podia investir ou não. Foi quando ela deu a deixa. Levantou-se para ir embora e, ao se despedir de mim, colocou seu telefone no meu bolso e recebeu meu abraço como quem se jogasse para ele.

No dia seguinte liguei e marcamos de nos encontrarmos num barzinho qualquer depois do trabalho. Cheguei no horário marcado e em dez minutos ela já apareceu, com uma saia branca e uma blusa delicadamente amarela, onde com muito esforço consegui ver os traços dos seus seios enquanto a cumprimentava.

Sentou-se e foi direto ao assunto. Disse que quando mais nova saia com uma mulher, porém não tinha rolado nada e que se encantou comigo e que queria muito sair comigo mais vezes. Não pude recusar esse convite. Ela me fascinava, me enchia de desejo, de tesão, queria muito estar com ela.

Não ficamos aquele dia. Estávamos em um bar muito aberto e perto da casa dela. Mais uma vez marcamos para outro dia. Quinta-feira seria o dia, iríamos para casa dela, jantaríamos lá e sairíamos depois. Certo que eu não estava pensando em sair, mas sim em fazer um amor delicioso com aquela mulher que me instigava tanto.

Chegou o dia. Tomei aquele banho caprichado, coloquei aquela calcinha legal e meu perfume predileto. Seria a primeira vez dela com uma mulher, sabia o nervoso que ela estava. Mas também reconhecia os seus sinais, seu corpo pedia por prazer, isso estava claro no seu toque enquanto nos abraçávamos, no seu olhar quando me pegava fitando seu corpo, nas suas pernas que se cruzavam de uma forma nada discreta. Iria até onde ela me permitisse ir.

Cheguei e ela estava me esperando com um lindo vestido verde, cabelo soltos e ainda úmidos. Estávamos sem jeito, não sabíamos por onde começar e se deveríamos começar. Começamos a conversar, sentadas no sofá, enquanto o jantar não estava pronto. No meio de risadas, mão entrelaçada e troca de olhares, quase nos beijamos, quando apitou alguma coisa na cozinha que dizia que a comida estava pronta. Ela foi para a cozinha e eu fui atrás. Quando cheguei ,ela estava de costas para a porta cortando alguns legumes. Seus cabelos estavam para o lado, deixando uma parte da nuca a mostra. Cheguei perto e perguntei, bem baixinho no seu ouvido, se eu podia beijá-la. Ela só deu um suspiro e balançou a cabeça dizendo que sim.

Beijei seu pescoço, sua orelha e, bem devagar, a fui virando para mim. Passei meus lábios pela sua face e, quando cheguei em sua boca, senti suas mãos passando sobre meus ombros me apertarem de leve. Passei minhas mãos sobre o seu corpo que era tão jovem, tão macio e ficava ainda mais perfeito naquele vestido. Conforme eu ia subindo e descendo a mão, ela se contorcia e soltava pequenos gemidos no meu ouvido. Eu ia ficando cada vez mais excitada com tudo aquilo.

Fomos para o quarto com ela me guiando enquanto nos beijávamos. Logo ao entrar no quarto suspendi seu vestido e a coloquei no meu colo. Íamos nos beijando enquanto ela se esfregava no meu corpo. Deite na sua cama, com ela ainda no meu colo. Fui passando as minhas mãos em suas pernas e levantando ainda mais o seu vestido. Abaixei de as alças do seu vestido, enquanto ia sentando e admirando suas curvas. Cheguei minha boca entre os seus seios e dei um beijo leve, seguido de lambidas e chupadas nos bicos já rígidos.

Sentia suas mãos passando sobre o meu corpo e tirando a minha blusa. Entrelacei suas pernas nas minhas e coloquei-a debaixo de mim. Desci até a barra do vestido e o tirei com a boca e com ajuda das mãos. Passava minha língua em seu corpo, dava pequenas mordidas, beijos incompletos e, em cada beijo, ouvia seus gemidos e sentia seu corpo se contorcendo.

Não agüentava mais. Desci minha mão sobre sua calcinha e me deparei com a semi-falta dela. Semi, pois a calcinha era tão pequena e transparente que quase não aparecia. Pirei naquilo. Passei minha mão sobre a pequena calcinha e já a senti toda molhada. Olhei dentro dos olhos dela e tirei sua calcinha. Passei a mão na sua buceta que estava extremamente molhada. Brinquei com seu clitóris, ouvi seus gemidos aumentarem, seu corpo estremecer. Desci até aquela fonte. Passei minha língua entre seus grandes lábios. A lambi por inteiro. Passei minha língua por toda aquela buceta molhada e inchada, cheirando a desejo e com um gosto deliciosamente doce. A penetrei com meus dedos. Seu corpo tremia ainda mais, me pressionando cada vez que eu a penetrava novamente. E escutei bem baixinho um “Me faça gozar gostoso. Sou sua, sua vadia”. Delirei com aquilo e tive que me segurar para não gozar àquela hora. A cada gemido eu a chupava mais, introduzia mais rápido e mais forte. E toda vez que eu ia mais fundo, eu sugava levemente seu grelo. Senti que ela ia gozar. Tirei meus dedos e continuei só com a boca. Ia chupando-a mais e cada vez mais gostoso, me lambuzando mais no seu prazer. Quando senti suas mãos apertarem minha cabeça, fazendo ficar ainda mais perto da sua buceta e chupa-la mais forte. Senti seu gozo quente escorrendo entre meus lábios, meu rosto, suas pernas. Gozei junto com ela, gozei sentindo o seu prazer, seu gosto.

Ficamos a noite toda fazendo amor. E a cada gozada ela ia se soltando mais. Acabou a noite dormindo em meus braços. Acordou com o meu toque. E fizemos mais uma vez amor. E o jantar? Esse ficou para outro dia.

© by Náiades

 

 

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